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	<title>oscarnogueira &#187; trusted connections</title>
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		<title>Conexões confiáveis e reconexão automática com o PuTTY</title>
		<link>http://oscarnogueira.com/2009/10/conexoes-confiaveis-e-reconexao-automatica-com-o-putty/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 17:37:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oscar Nogueira Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
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Oops, sem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Boas,</p>
<p>quem usa o PuTTY principalmente como ferramenta de <em>tunneling</em>, como eu, com certeza acha um saco, toda vez que você hiberna a máquina ou a rede cai, ou qualquer outro evento aconteça, você tenha que se reconectar. Ainda mais quando você não percebe que a conexão caiu e acaba ficando um tempão desconectado. Pois é! Pra isso eu tenho a solução (ou parte dela)!<span id="more-22"></span></p>
<p>A primeira coisa a se fazer é se reconectar automáticamente quando a conexão cair. Para resolver tal problema, eu sugiro a utilização de uma implementação do PuTTY chamada PuTTY Tray, disponível nesse link <a title="PuTTY Tray" href="http://haanstra.eu/putty/" target="_blank">aqui</a>. É exatamente igual ao PuTTY original, mas adiciona a feature de <em>reconnect</em>.</p>
<p>&#8220;Mas peraí?!&#8221; &#8211; Você diz. &#8220;Se o PuTTY não salva a senha, de que adianta esse PuTTY Tray se reconetar automaticamente se eu ainda tenho que digitar a senha?&#8221;</p>
<p>Aí que entra a segunda parte da dica: conexões confiáveis ou <em>trusted connections</em>. Com elas você cria uma relação de confiança entre cliente e servidor, através de troca de chaves públicas e privadas, que faz com que não seja mais necessário digitar uma senha quando você se conectar a um servidor. Eis os passos:</p>
<p>Para começar você precisa do PuTTYgen, eis o <a title="PuTTY Download page" href="http://www.chiark.greenend.org.uk/~sgtatham/putty/download.html" target="_blank">link</a>, que é o gerador de chaves privadas e públicas. Rode-o  e crie uma chave, clicando no botão <span style="font-family: courier new,courier;">Generate</span> e fazendo movimentos aleatórios com o mouse para gerar a chave.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_25" class="wp-caption aligncenter" style="width: 503px"><img class="size-full wp-image-25 " title="puttygen" src="http://oscarnogueira.com/wp-content/uploads/2009/10/puttygen-01.png" alt="puttygen-01" width="493" height="475" /><p class="wp-caption-text">PuTTY Key Generator - Geração de chaves</p></div>
<p>Em seguida salve a chave privada, clicando no botão apontado pela seta, mostrada na imagem abaixo, e quando perguntado se deseja salvar sem nenhuma <em>passphrase</em>, clique em Yes. Esse arquivo gerado terá a extensão .ppk (<em>PuTTY Private Key</em>) e será vinculado ao PuTTY no futuro, portanto memorize a localização dele.</p>
<div id="attachment_26" class="wp-caption aligncenter" style="width: 503px"><img class="size-full wp-image-26" title="puttygen-02" src="http://oscarnogueira.com/wp-content/uploads/2009/10/puttygen-02.png" alt="PuTTY Key Generator - Geração da chave pública 2" width="493" height="475" /><p class="wp-caption-text">PuTTY Key Generator - Geração da chave pública 2</p></div>
<p>Copie a chave pública gerada, marcada pelo retângulo vermelho na imagem acima.</p>
<p>Agora é hora de abrir o PuTTY e logar no servidor que você quer criar o vínculo de confiança. Depois de autenticar você precisa editar o arquivo<span style="font-family: courier new,courier;"> ~/.ssh/authorized_keys</span>, que fica no diretório padrão do seu usuário. Caso ele não exista crie-o com o seguinte comando.</p>
<div class="codecolorer-container bash mac-classic" style="overflow:auto;white-space:nowrap;border:1px solid #9F9F9F;width:435px;"><div class="bash codecolorer" style="padding:5px;font:normal 12px/1.4em Monaco, Lucida Console, monospace;white-space:nowrap"><span style="color: #666666;">$ </span><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">touch</span> ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.ssh<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>authorized_keys</div></div>
<p>Edite esse arquivo com seu editor de texto preferido (vi, emacs &#8230;) e adicione a chave pública que você copiou do PuTTY Key Generator.</p>
<p>O passo final é referenciar o arquivo .ppk, que é sua chave privada, ao PuTTY. Para tal crie sua conexão e, antes de logar, na árvore de propriedades do PuTTY, clique em SSH &gt; Auth. No campo Private Key file for Authentication, selecione o arquivo .ppk.</p>
<div id="attachment_28" class="wp-caption aligncenter" style="width: 476px"><img class="size-full wp-image-28" title="putty-01" src="http://oscarnogueira.com/wp-content/uploads/2009/10/putty-01.png" alt="PuTTY - Configurando a chave privada" width="466" height="446" /><p class="wp-caption-text">PuTTY - Configurando a chave privada</p></div>
<p>Salve essas configurações e <em>voilá</em>! Da próxima vez que você se conectar ao servidor, não precisará mais digitar senha e, caso você tenha configurado a reconexão, sempre que você estiver conectado e a conexão, por qualquer motivo, for interrompida ela será restabelecida.</p>
<p>Fica a dica! Amplexos!</p>
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<p>Oops, sem posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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