X-Men: Primeira Classe

Nesta sexta-feira que passou, estreou no Brasil o quinto filme live action da franquia dos X-Men, feito pela Fox, chamado X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class, no original).

O filme conta uma história de como Charles Xavier (James McAvoy), Magneto (Michael Fassbender) e Mí­stica (Jennifer Lawrence) se conhecerem, formaram  primeira equipe de mutantes e se separaram, por conta de ideais diferentes, surgindo assim a maior rixa do mundo mutante.

A história contada pelo filme, por mais que não seja verdadeira no mundo dos quadrinhos, está completa. Tem iní­cio meio e fim bem amarrados, deixando a impressão de que tudo que precisava ser dito foi. Um bom trabalho de edição.

Uma coisa que me chama bastante atenção nos filmes é a motivação dos personagens para executar determinadas ações ou tomar certas decisões que influenciam diretamente o andar do filme. Em X-Men não me senti enganado pelo

O vilão do filme é Sebastian Shaw interpretado por Kevin Bacon. Um cientista que se dá poderes mutantes de absorção de energia e, como em qualquer filme do gênero, quer criar o caos para dominar o mundo.

Um único slops do filme foi a maquiagem do Fera. Nos dias atuais, a maquiagem de Hollywood é capaz de criar personagens muito mais reais. O Fera parece um grande (e bobo) gato azul, especialmente quando está de óculos. Não passou nem de longe a sabedoria e agilidade do mutante dos quadrinhos/desenho animado.

A direção é de Matthew Vaughn, aquele que gosta de trabalhar em adaptações de quadrinhos e romances nerds, como Kick-Ass e Stardust.

Com certeza é um filme que vale a pena ser visto na tela grande.

Vale 7.5 de 8 cebolas!

 

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